sociedadesuicida: (…) Ele liga a 00:30  de uma... - Memórias partidas, pessoas perdidas.

Memórias partidas, pessoas perdidas.

- E a brisa fria de outono, traz junto com as folhas secas, todas aquelas lembranças de quem partiu, de quem já nos pertenceu, de quem já passou e não ficou, traz de volta a lembrança do aconchego, da felicidade, uma amostra do foi amar. Como um flash back, das memórias perfeitas que alojam o fundo da alma, que residem o coração, e insistem em nós atentar, insistem em nos magoar, forçando nosso lado frio se manisfestar e lutar, contra a carência, nostalgia e decepções mal superadas. Oh cruel e suave brisa que passa, e nos manifesta essas memórias que hoje partidas, deixam totais pessoas perdidas, sem nenhum rumo, ao certo, pessoas desnorteadas e fracas, que tentar superar o que tu trazes de volta.
sociedadesuicida:

(…) Ele liga a 00:30  de uma sexta feira de surpresa e fala: - Ãh.. sabe oque é.. E que eu acho que não dá mais certo, sabe.. Eu e você, não sei mais aonde isso vai nos levar..-
E ela responde em um tom de desapontamento enquanto segura as lágrimas - tentando não demostrar muita melancolia -: - Então.. É isso, se é assim que você quer.. Tchau! - Ela desliga o telefone, e enfia a cara do travesseiro, deixa algumas lágrimas escorrerem por cerca de uns 40 minutos.. Até ela se lembrar, de que ela nunca precisou dele pra ser feliz, então ela se levantou colocou um vestido curto de paetê, e foi pra balada mais próxima, já que era sexta feira quase de madrugada ela encontraria festa em qualquer esquina (…) Assim se repetiu, a mesma garota, em casas de festas diferentes todas as noite, sem ligar muito pro certo ou errado, só tentando esquecer daquele otário, que dizia que a amava, e sabe.. Nem foi uma tarefa tão árdua o-esquecer(…) Já era quarta feira, talvez umas dez da noite, ela estava saindo do banho quando viu seu celular vibrar em cima da cabeceira, ela se aproximou, e viu que já havia 5 ligações perdidas, então o celular vibrou denovo com um número desconhecido, ela não exitou muito atendeu logo, pois estava curiosa “quem quer tanto falar comigo?” Ela atendeu e falou:
- Quem..- foi subitamente repreendida por uma voz masculina chorosa, que logo de cara reconheceu como a do seu ex -
- Me desculpa, me desculpa por favor, eu te amo, eu sou um otário nunca devia ter dito nada, eu te amo demais, sabe.. A única pessoa que eu quero dar certo é com você, e eu sei aonde isso vai nos levar.. Vai nos levar ao altar, eu te amo me perdoa..- ele falava rápido, e com alguns soluços de choro, até ela repreende-lo -
- Não tenho culpa se você foi um otário, se você só dá valor quando perde, de boa se fode, e não ouse me ligar nunca mais, você é idiota em achar que algum dia eu voltaria a te amar, porque não damos certo, você mesmo já me disso isso um dia porque hoje seria diferente? - Então ela desligou, sem demostrar dó nem dor, voltou a terminar de se vestir e entrou no carro a caminho de uma balada, pois a ela agora estava feliz em saber que havia aprendido a se valorizar, e que copos de vodca valiam muito mais que seu ex- (…)

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(…) Ele liga a 00:30  de uma sexta feira de surpresa e fala: - Ãh.. sabe oque é.. E que eu acho que não dá mais certo, sabe.. Eu e você, não sei mais aonde isso vai nos levar..-

E ela responde em um tom de desapontamento enquanto segura as lágrimas - tentando não demostrar muita melancolia -: - Então.. É isso, se é assim que você quer.. Tchau! - Ela desliga o telefone, e enfia a cara do travesseiro, deixa algumas lágrimas escorrerem por cerca de uns 40 minutos.. Até ela se lembrar, de que ela nunca precisou dele pra ser feliz, então ela se levantou colocou um vestido curto de paetê, e foi pra balada mais próxima, já que era sexta feira quase de madrugada ela encontraria festa em qualquer esquina (…) Assim se repetiu, a mesma garota, em casas de festas diferentes todas as noite, sem ligar muito pro certo ou errado, só tentando esquecer daquele otário, que dizia que a amava, e sabe.. Nem foi uma tarefa tão árdua o-esquecer(…) Já era quarta feira, talvez umas dez da noite, ela estava saindo do banho quando viu seu celular vibrar em cima da cabeceira, ela se aproximou, e viu que já havia 5 ligações perdidas, então o celular vibrou denovo com um número desconhecido, ela não exitou muito atendeu logo, pois estava curiosa “quem quer tanto falar comigo?” Ela atendeu e falou:

- Quem..- foi subitamente repreendida por uma voz masculina chorosa, que logo de cara reconheceu como a do seu ex -

- Me desculpa, me desculpa por favor, eu te amo, eu sou um otário nunca devia ter dito nada, eu te amo demais, sabe.. A única pessoa que eu quero dar certo é com você, e eu sei aonde isso vai nos levar.. Vai nos levar ao altar, eu te amo me perdoa..- ele falava rápido, e com alguns soluços de choro, até ela repreende-lo -

- Não tenho culpa se você foi um otário, se você só dá valor quando perde, de boa se fode, e não ouse me ligar nunca mais, você é idiota em achar que algum dia eu voltaria a te amar, porque não damos certo, você mesmo já me disso isso um dia porque hoje seria diferente? - Então ela desligou, sem demostrar dó nem dor, voltou a terminar de se vestir e entrou no carro a caminho de uma balada, pois a ela agora estava feliz em saber que havia aprendido a se valorizar, e que copos de vodca valiam muito mais que seu ex- (…)



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